Revista Rolling Stone entrevista PITTY

maio 30, 2008

No site da revista Rolling Stone tem trechos da entrevista com a roqueira bahiana Pitty – que há pouco tempo sofreu um aborto expontâneo – (meu mais sincero voto de solidariedade à Pitty), confira abaixo essa matéria muito interessante sobre  alguns pontos de vista da musa do rock brasileiro, tem algo tipo ” eu consigo fazer só o que gosto”, que inveja!!!

“Pitty”

Por Ademir Correa

Cantora está devidamente vacinada contra a eterna epidemia do mundo pop, a “síndrome do underground”

 

Seu dueto com jared Leto, da 30 Seconds to Mars, em “The Kill” invadiu as rádios brasileiras e Pitty ainda deixou sua marca como intérprete no CD-projeto Na Confraria das Sedutoras cantando “Lágrimas Pretas”, de Lirinha (Cordel do Fogo Encantado) e filmou uma participação em um curta fazendo dança no poste. Grávida, ela continua sua turnê [Des]concerto ao Vivo e pretende parar para compor seu novo disco, sob efeito dos hormônios.

Ficou surpresa ao receber críticas somente por ser a mais conhecida das vozes do disco Na Confraria das Sedutoras, do 3 na Massa?
Ah, quer saber… já esperava. Existe um ranço no Brasil. Minha parada acabou sendo bem-sucedida comercialmente e blablablá – tudo aquilo que a gente já sabe. Então isso cria uma certa reserva ao lidar com as coisas que faço. Existe aquela peste de: “Ai, é conhecida, não pode ser legal porque o povo é burro”. Tudo o que é muito popular por aqui é popularesco, mundano, vil. Isso até acontece, mas acho que as pessoas tinham que se desprender do fato de ser eu ou a garotinha cult da banda underground megahypada da esquina. É engraçado porque, quando tinha 14 anos e queria parecer especial pros meus amigos, citava um monte de banda que ninguém conhecia para poder ser cult. Se dissesse que gostava dos clássicos, seria comum. Mas tem uma galera hoje que é mais velha e continua com essa “síndrome do underground”… É muito mais legal falar de uma menina “uau”, que acabou de surgir e é um hypinho do que de uma que tá aí, toca no Faustão. Preferia que todos simplesmente abstraíssem e se concentrassem no som, que é o que deveria ser mais importante. Infelizmente, nunca é.

Não a incomoda ser bem-sucedida comercialmente?
Rapaz, muitíssimo pelo contrário. É isso que faz com que esteja aí em um país em que viver de arte é um absurdo. Os caras precisam ficar em empregos que detestam para poder lançar um livro, um curta, gravar uma demo. Eu consigo fazer só o que gosto.

Aproveita e dá uma curtida no vídeo de “Pulsos” catado no Youtube

4 Respostas to “Revista Rolling Stone entrevista PITTY”

  1. marlene said

    cara eu so fanatica pela pitty
    amo as musicas dela
    publica mai sobre ela ae eu sempre vo ta de olho em
    valeu pela atençao
    eu so emo e adoro o rock
    entao VAMO DE SOM

  2. geires said

    nossa eu ñ gostava das musicas da pitty mas de um tempo pra cá ñ consigo ouvir outras musicas a ñ ser o son dela
    caraca e massa de mais
    e nois pode crer
    estarei sempre ligada nas noticias dela

  3. edila said

    oiiiiiiiiiiiiiiii eu sou fannnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnatica pela pitty sei tudo da vida dela e ela e do caralho

  4. binhá said

    eu amo a pittty de paixao
    adoraria conhee-la de perto el e fodasticav assim como eu!(8)

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: